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sexta-feira, 31 de março de 2017
6 INSTITUIÇÕES COM CURSOS GRATUITOS PARA EMPREENDEDORES
1. Sebrae
O Portal de Educação a Distância Sebrae recebeu 45 novas capacitações e oferece agora 150 soluções educacionais entre cursos, oficinas, minicursos, jogos, dicas empresariais e vídeos. Para os interessados em começar um negócio, estão disponíveis 64 opções de cursos. Outras 86 opções são exclusivas para quem já possui Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
O Portal de Educação a Distância Sebrae recebeu 45 novas capacitações e oferece agora 150 soluções educacionais entre cursos, oficinas, minicursos, jogos, dicas empresariais e vídeos. Para os interessados em começar um negócio, estão disponíveis 64 opções de cursos. Outras 86 opções são exclusivas para quem já possui Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
2. Fundação Getulio Vargas (FGV)
A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece diversos cursos gratuitos por meio de sua plataforma online. As aulas digitais têm temas como Recursos Humanos, Investimentos, Direitos Autorais e Finanças Pessoais. Para se inscrever nos cursos, é preciso apenas fazer um cadastro no site da FGV Online.
A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece diversos cursos gratuitos por meio de sua plataforma online. As aulas digitais têm temas como Recursos Humanos, Investimentos, Direitos Autorais e Finanças Pessoais. Para se inscrever nos cursos, é preciso apenas fazer um cadastro no site da FGV Online.
3. Universidade de São Paulo (USP)
A Universidade de São Paulo (USP), por meio da plataforma de ensino Veduca, oferece cursos a distância com assuntos relacionados ao empreendedorismo. Todos eles são gratuitos. Entre os temas das aulas estão Gestão de projetos, Fundamentos de Administração e Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação, entre outros.
A Universidade de São Paulo (USP), por meio da plataforma de ensino Veduca, oferece cursos a distância com assuntos relacionados ao empreendedorismo. Todos eles são gratuitos. Entre os temas das aulas estão Gestão de projetos, Fundamentos de Administração e Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação, entre outros.
4. Endeavor
A Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo, oferece 18 cursos gratuitos e online para quem quer abrir um negócio. As aulas são de especialistas em várias áreas como vendas, inovação, gestão de pessoas, estratégia e marketing.
A Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo, oferece 18 cursos gratuitos e online para quem quer abrir um negócio. As aulas são de especialistas em várias áreas como vendas, inovação, gestão de pessoas, estratégia e marketing.
5. Senai
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) oferece cursos gratuitos a distância sobre vários temas que ajudam tanto a capacitar a equipe quanto o empreendedor. As aulas estão disponíveis online ou como material impresso. Os cursos abordam temas como empreendedorismo, legislação trabalhista, segurança no trabalho e propriedade intelectual.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) oferece cursos gratuitos a distância sobre vários temas que ajudam tanto a capacitar a equipe quanto o empreendedor. As aulas estão disponíveis online ou como material impresso. Os cursos abordam temas como empreendedorismo, legislação trabalhista, segurança no trabalho e propriedade intelectual.
6. Unicamp
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criou uma série de cursos online com a plataforma Coursera. Um deles é sobre empreendedorismo. As aulas são dadas por Paulo Lemos, professor do Curso "O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor". É destinado a empreendedores que já identificaram uma oportunidade de negócio ou para quem quer ter uma visão ampla das competências que o empreendedorismo exige.
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criou uma série de cursos online com a plataforma Coursera. Um deles é sobre empreendedorismo. As aulas são dadas por Paulo Lemos, professor do Curso "O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor". É destinado a empreendedores que já identificaram uma oportunidade de negócio ou para quem quer ter uma visão ampla das competências que o empreendedorismo exige.
sexta-feira, 24 de março de 2017
currículos e conta os 5 erros mais irritantes
Fala-se muito sobre o que fazer quando um trabalhador está escrevendo ou atualizando o currículo. Mas também é importante saber o que não fazer. Quando Tina Nicolai começou a trabalhar como recrutadora para o Walt Disney World no fim dos anos 1990, percebeu que muitas pessoas que buscavam emprego enviavam currículos com falhas. São fatores que, obviamente, reduzem as chances de o trabalhador conseguir o emprego.
Com essa experiência, em 2010 ela fundou a consultoria Résumé Writers. “Desde que fundei a empresa, já li mais de 40 mil currículos”, diz. Ela selecionou alguns dos erros mais “irritantes” na sua opinião.“Eu percebi que as pessoas simplesmente não sabiam se vender ou vender suas conquistas”, afirmou Tina ao Business Insider. “Foi então que eu vi que havia um mercado para educar candidatos a vagas de emprego em todos os níveis e em todas as áreas”, disse ela.
Desleixo
“O maior erro que os candidatos cometem é o desleixo. Eles prestam pouca atenção nos detalhes, são preguiçosos!”, afirmou. Alguns exemplos que a consultora deu foram erros de digitação, fontes pouco profissionais, informações desatualizadas e dados irrelevantes.
Resumos muito longos
Logo no início do seu currículo, você deve fazer um pequeno resumo com as informações mais importantes sobre você e que podem chamar a atenção de possíveis recrutadores. Mas textos muito longos, escritos com um tom muito formal ou que incluem muitos adjetivos podem ser irritantes para quem lê. “Depois de algum tempo, os resumos podem parecer um capítulo longo demais em um livro. É melhor listar alguns pontos com suas principais conquistas”, afirma.
Começar um item com “responsável por”
Essa é outra questão “preguiçosa” vista muitas vezes nos currículos. “Os candidatos precisam entender que começar a frase com ‘responsável por’ diz ao leitor que o candidato deveria fazer uma coisa, mas não diz se a pessoa realmente executou a função”, afirma Tina. “Isso não diz que o candidato foi bem sucedido na função. Não seja preguiçoso: use alguns minutos a mais para explicar o que você conquistou, e não o que você deveria ter feito”.
Usar muitos jargões corporativos
Características como “pensar fora da caixa”, “trabalhar bem em equipe” e ser “ótimo comunicador”, são o básico esperado pelo mercado atualmente, diz Tina. “Uma pessoa que realmente é boa em resolver problemas pode demonstrar isso de forma sucinta e criativa no currículo, usando poucas palavras e imaginação”.
Ser formal demais
Por último, Tina diz que currículos formais demais são irritantes porque não mostram engajamento e não dão ao recrutador uma imagem clara da personalidade do candidato.
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